Parque Francisco Rizzo - Embu das Artes - Usurpação dos funcionários

Vamos primeiro á informações sobre o parque:
Localizado em uma das várzeas do Rio Embu-Mirim, contribuinte da Represa do Guarapiranga, o Parque do Lago Francisco Rizzo abriga espécies nativas de vegetação, como taboas, aguapés e ciperáceas.
O visitante logo percebe que o espaço, próximo ao centro histórico, é especial: belo e tranquilo, possui 217 mil m² de natureza preservada, incluindo um lago de 56 mil m² cheio de peixes, gansos e cágados. Por motivos de segurança e preservação, é proibido pescar e utilizar a área para banho.
O charme da alameda central convida à caminhada. O visitante encontra pássaros de várias espécies e inúmeras árvores. Há playground, equipamentos de ginástica, quiosques e pavilhão para exposição, com capacidade para 250 pessoas e vista para o lago . Uma pista de cooper margeia parte do lago e possui iluminação para caminhadas noturnas. Também existe um projeto de interligação do Parque Rizzo com o Parque da Cidade e a Praça da Lagoa.
Mediante agendamento, o parque oferece trilha monitorada. O roteiro conta com visitas ao Laboratório Vivo (experiências agroecológicas), horta comunitária, viveiro, Pontos de Entrega Voluntária (PEV) de materiais recicláveis, Ponto de Entrega de Catadores (PEC), Projeto Conviver, Brinquedoteca e Biblioteca.
Sob a responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente, cuja pasta é administrada pelo secretário João Ramos, o parque é palco de grandes realizações como Projeto Férias, Feira de Carros Antigos, Festival das Flores, Semana da Imigração Japonesa, entre outros eventos públicos. Por mês, o local recebe 10 mil visitantes.
Estrutura:
16 banheiros masculino e feminino adaptados para pessoas com deficiência
Estacionamento para 200 carros, com vagas preferenciais para idosos e pessoas com deficiência
Lanchonete da Cooperativa de Alimentos
Nos finais de semana, há barracas de alimentação na área externa
Parque do Lago Francisco Rizzo
Rua Alberto Giosa, 320, Quinhaú (km 282 da Rodovia Regis Bittencourt)
Informações: (11) 4781-4953
Funcionamento: diariamente, das 8 às 20h

E agora ao que me aconteceu e me deixou triste o suficiente para nunca mais levar meu cão lá para passear:

Infelizmente algumas pessoas são simplesmente barradas na entrada do parque que é feita através de catracas. As leis do parque estão super claras no site, mas seus funcionários parecem não ter conhecimento sobre isso e usam de puro preconceito para impô-la às pessoas e aos seus animais. Tentei entrar com um labrador amarelo (a mesma raça que serve de cão guia para cegos e que todos saber ser super mansa e calma) e os funcionários me fizeram dar meia volta, pois apesar do meu cão estar usando guia com enforcador (como consta do regulamento interno do parque cujo acesso tive através do site da prefeitura), o meu cão mesmo assim não pôde adentrar no parque, pois eles queriam que ele usasse uma fucinheira, pois para eles um labrador é igual a uma raça perigosa. Pois bem, lá fui eu comprar a bendita da fucinheira, beleza, finalmente meu cão entrou e podemos dar o nosso merecido passeio, afinal de contas, o Bennu, meu labrador, nunca tinha passeado num parque, porém, o Bennu, não se acostumou com a fucinheira, pois nunca havia precisado usar uma e toda hora ele ficava parando tentando desesperadamento arrancá-la, o passeio acabou não sendo tão prazeiroso assim, tivemos que ficar pouco tempo, pois meu cão não estava gostando de ser tratado como monstro com aquela fucinheira em seu fucinho. Me senti vítima da usurpação por parte de alguns funcionários, pois a lei do parque é uma e eles aplicam outra. Nunca existiu proibição de passeio com cães da raça labrador em quaisquer parque de São Paulo. É uma pena que um parque tão bonito como o Francisco Rizzo esteja nas mãos de gente despreparada e desconhecedora das próprias leis que estão disponíveis para qualquer um que queira obedecê-las.
 Abaixo o regulamento do parque para que as pessoas fiquem bem cientes das leis e corram trás de seus direitos.

Voltei lá algumas semanas depois com um outro cão, um chihuahua (raça minúscula) e comentei sobre a lei do parque que estava on-line e que nada citava que cão de raça grande só entra de fucinheira, sabe o que um senhor que trabalha lá fez? Disse que o que vale é o que eles aplicam lá e não o que está escrito e sancionado pela prefeitura e riu, parecia que da minha cara, afinal quem somos nós diante de um funcionário que só fica lá em pé olhando as catracas e se sentindo a autoridade, não é mesmo?
Pois é, lei para inglês ver e funcionário deturpar...






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