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Dinossauros - Chocolate Nestlé

Olá amigos, desde sempre amo dinossauros, tanto que queria ser paleontóloga, porém, a vida sempre leva a gente por caminhos diferentes. Acabei virando bibliotecária, amo o que faço, mas ainda sonho e fazer um caminho diferente desse que estou trilhando, quero trabalhar com animais. Quem sabe um dia uma petshop, não é...
Pois bem, hoje vou mostrar um album que fez parte da minha infância e que é muito show. As imagens doram retiradas do blog  Ikessauro, muito legal por sinal, lá tem tudo sobre o assunto Dinossauros e cheio de outras coisas relacionadas. Abaixo a imagem de algumas páginas do álbum. Quem quiser fazer o download do álbum completo clique aqui . O único porém deste download é que você presisa se cadastrar no 4shared para conseguir baixar as imagens...
















Empresa cria lâmpada ecológica que utiliza bactérias para produzir luz

Philips Bio-Light

Hoje, grande parte das empresas se preocupa em criar produtos "amigos" do meio ambiente. Agora, a Philips desenvolveu um conceito de lâmpada que utiliza uma grande colônia de bactérias para produzir energia. A novidade pode ser vista no site oficial da empresa.
O projeto, chamado de Bio-Light, usa diferentes tecnologias biológicas para criar efeitos de luz no ambiente. O conceito explora a capacidade de luminescência de bactérias que são alimentadas com metano e materiais compostos. Simultaneamente, a matriz do aparelho pode ser preenchida com proteínas fluorescentes, que então emitem diferentes frequências de luz.

O design também traz elementos modernos: a lâmpada tem uma parede de vidro em forma de células, própria para abrigar colônias bacterianas. Cada uma delas é conectada a finos tubos de silicone por onde o metano e os materiais compostos são conduzidos até os micro-organismos vivos, alimentando-os. Para alimentar cada uma das colônias e manter a produção de energia, a Philips sugere que o metano seja recolhido do processo de trituração de alimentos, como os vegetais, por exemplo.

Talvez o grande diferencial seja o fato do dispositivo dispensar o uso de fios ou energia elétrica, já que a natureza viva do material pode oferecer possibilidades interessantes para a produção de novas fontes de energia renovável. No entanto, o conceito apresentado pela companhia ainda não é capaz de substituir totalmente a iluminação artificial.

A empresa acredita que o projeto também possa ser utilizado como indicador noturno nas pistas de estradas e rodovias, além de monitorar o status de doenças como a diabetes, indicar diagnósticos médicos e marcar sinais de emergência em locais de pouca iluminação.

A Bio-Light faz parte da linha Microbial Home Design, que visa tornar a vida doméstica mais sustentável e renovável. Ainda não se sabe quando o aparelho estará disponível no mercado.

Reprodução

Fonte: Pear Help

NASA divulga vídeo mostrando como a Lua é o nosso escudo contra asteróides

A Lua não só influencia nossas marés, ela nos protege de toda sorte de tragédias. A lua funciona como um escudo para a terra, evitando que a maioria dos meteoros se choquem com ela. O que seria da terra se não fosse a lua? Talvez não existiria a vida na forma que conhecemos.

Imagens do site http://www.hypeness.com.br/

     

Lixo espacial cai em fazenda do maranhão

bola1



Hoje na Folha de São Paulo saiu a notícia de um objeto esférico de mais ou menos 30Kg que caiu e uma fazenda no interior do maranhão e assutou muita gente. O povo chegou a achar que era uma invasão alienígena ou o fim do mundo. Gustavo Rojas, astrofísico da UFSCar, acredita que a esfera seja parte de um foguete europeu.



O que é lixo espacial?
O lixo espacial é composto detritos de naves, combustíveis, satélites desativados, lascas de tinta, combustível, pedaços de mantas térmicas e foguetes, objetos metálicos e até mesmo ferramentas perdidas por astronautas durante as suas explorações espaciais. “O que existe é uma grande nuvem de objetos dos mais variados tamanhos e pesos, desde um grama até toneladas”, explicou Petrônio Noronha de Souza, chefe do laboratório de Integração e Testes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).Fonte



Atualmente, cerca de 17.000 destroços com mais de 10 centímetros giram em torno do Planeta Terra, provocando colisões e danificando naves (na imagem acima, uma montagem feita em computador mostra o acúmulo do lixo ao redor do planeta). Fonte

Pensando em quantos objetos são lançados ao espaço anualmente e que os mesmos ficam em órbita em torno de nosso planeta, é possível imaginar que estarmos praticamente vivendo num campo de céu minado, de onde pode a qualquer momento cair algum pedaço de satélite sobre algum povoado, ou até mesmo sobre uma cidade populosa, colocando vidas em perigo.

Até agora não houve casos com vítimas fatais, porém se alguma atitude não for tomada, isso poderá acontecer, pessoas podem morrer por que os programas espaciais não estão se dedicando muito a limpar a sugeira que fazem no espaço apesar de tocarem no assunto e a fazer projetos, como os suiços, pois segundo a maioria os custos são altos demais e além disso não existe uma lei mundial específica sobre o lixo espacial o que faz com que países que lançam satélites possam descartá-los sem sofrer nenhum tipo de punição, aumentando ainda mais a quantidade de partículas em órbita, desde 1 cm de tamanho à toneladas de peso.

Pois é, se você olhar para o céu à noite e se deparar com algum objeto caindo do céu, não pense em uma estrela cadente ou asteróide vindo do espaço, é mais fácil ser um pedaço de foguete ou satélite que entrou em nossa atmosfera.

Perdidos no espaço

Imagem de: http://gaea-araujo.blogspot.com/
Perdidos no espaço

Quando foi deflagrada, há mais de cinco décadas, a corrida espacial parecia anunciar o começo de uma nova era.
Ao colocar o primeiro satélite em órbita (1957) e repetir o feito com uma nave tripulada (1961), a então União Soviética não apenas levava a competição mundial entre dois modelos -capitalismo e socialismo- a uma nova fronteira simbólica. Imaginava-se, nos dois lados do grande confronto, que o futuro estava no espaço, como estivera antes na exploração dos oceanos e na navegação aérea.
Assim desafiados, os Estados Unidos mobilizaram recursos necessários para liderar a competição e enviar, a partir de 1969, sucessivos pares de astronautas à Lua. Passados tantos anos, o encerramento do programa de ônibus espaciais, com a conclusão do voo orbital da Atlantis ontem, sugere um balanço do ciclo pioneiro.
É notório que as expectativas, infladas pela excitação ideológica da Guerra Fria, não se confirmaram. O próprio investimento nos programas espaciais já declinava desde que a dissolução do império soviético fez os gastos parecerem exorbitantes como nunca.
Americanos e russos, entretanto, enviaram missões não tripuladas a todos os planetas do Sistema Solar. Embora exista água líquida (e talvez formas rudimentares de vida) num satélite de Júpiter (Europa) e noutro de Saturno (Encélado), essas viagens nada revelaram de promissor do ângulo prático.
A utilização econômica do espaço remoto, para não dizer sua ocupação demográfica, continua mera fantasia. As distâncias são incomensuráveis; os custos, astronômicos.
Onde a competição espacial gerou resultados palpáveis, tecnológicos e econômicos, foi na dimensão menos espetacular das vizinhanças do planeta, a faixa de 36 mil quilômetros em que trafegam milhares de satélites artificiais.
Essa rede, que viabilizou o enorme progresso das telecomunicações nestas décadas, também deu impulso a avanços em áreas como meteorologia e eletrônica. Torna-se um problema conforme se acumulam objetos cuja órbita um dia decairá até que se desfaçam em atrito com a atmosfera, nem sempre de forma segura.
A exploração do espaço continuará porque o desejo de conhecer é inextinguível. Seu desenrolar, porém, será mais lento e realista. Nossa condição parece ser solitária (há décadas varremos os céus na busca de sinais que possamos interpretar como inteligentes...); não falta razão para nos voltarmos mais para a Terra e seus graves problemas do que para "os abismos do espaço infinito".